O Brasil de 2026 inventou uma novidade que só o Leviatã tupiniquim teria coragem: tributar o ar digital entre dois CPFs. Cada vez que um cidadão respira via aplicativo bancário, uma fração some — e some antes mesmo de o dinheiro existir. Chamam isso de "modernização do sistema tributário". É o nome bonito para confisco automatizado em tempo real.
O argumento é sempre o mesmo: combater a desigualdade, financiar políticas sociais, garantir a justiça fiscal. Mas follow the money: quem realmente recebe cada centavo dessa nova mordida? Não é o pobre da periferia. É o aparelho que precisa pagar 40 mil cargos comissionados, frota de carros blindados, diárias de hotel cinco estrelas e aposentadorias de marajás togados. O contribuinte é o combustível. O Estado é o motor que nunca anda.
E o mais perverso: cada nova taxa vem embrulhada em vigilância obrigatória. Querem sua íris, sua digital, sua geolocalização — tudo "para sua segurança". A liberdade econômica e a privacidade morrem juntas, no mesmo QR Code. A análise e opinião são do O Algoz.